A ArcelorMittal confirmou um investimento histórico entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões na Unidade de Tubarão, na Serra (ES). O projeto contempla a instalação de um inédito laminador de tiras a frio e de uma linha de revestimento contínuo, marco estratégico que passa a produzir aços de altíssimo valor agregado e com maior resistência à corrosão em solo capixaba.
Com capacidade para processar 560 mil toneladas por ano a partir das bobinas a quente produzidas na própria unidade, o novo complexo atenderá com tecnologia de ponta aos setores automotivo, de construção civil e de eletrodomésticos.
Cronograma, Empregos e Impacto Econômico
O projeto industrial fortalece a estratégia downstream do grupo no Brasil (avanço em etapas posteriores ao aço bruto), impulsionando a cadeia produtiva local com milhares de postos de trabalho durante as obras e na operação futura:
Linha do Tempo e Postos de Trabalho
[Início das Obras] ──> Ainda em 2026 (Duração estimada: 3 anos e meio)
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[Pico da Obra] ──> ~3.000 empregos gerados durante a construção
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[Início Produção] ──> 1º Semestre de 2030 (~450 profissionais operacionais diretos)
Raio-X do Investimento na Unidade de Tubarão
Ficha Técnica do Novo Complexo
├── Investimento Anunciado ──> R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões
├── Capacidade Nominal ──> 560.000 toneladas/ano de aços laminados a frio e revestidos
├── Mercados-Alvo ──> Indústria automotiva, eletrodomésticos e construção civil
└── Contexto de Mercado ──> Consumo de aço no Brasil (122,5 kg/hab/ano) é 41% menor que a média global (209 kg/hab/ano)
O movimento soma-se a aquisições recentes do grupo, como as da Tuper, Tekno, Dânica e Perfilor, consolidando o Espírito Santo como um polo central de fornecimento de aços tecnológicos para o mercado nacional e internacional.










