A frota de transporte do Espírito Santo está passando por um processo histórico de modernização. O programa BNDES Mais Mobilidade já aprovou R$ 970,9 milhões em financiamentos destinados exclusivamente à renovação de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários no estado.
Com o ecossistema logístico capixaba em forte expansão — impulsionado pelo fluxo recorde de cargas e importações portuárias —, o crédito acessível garantiu a realização de mais de 1.080 operações distribuídas por 50 municípios do estado.
Frotistas lideram os aportes no Espírito Santo
A divisão do montante liberado pelo BNDES para os transportadores capixabas reflete a força das grandes empresas de transporte e a relevância dos motoristas independentes no escoamento de riquezas do estado:
Distribuição do Crédito no Espírito Santo
├── Frotistas (Empresas) ──> R$ 782,1 milhões
└── Transportadores Autônomos──> R$ 188,8 milhões
A substituição de veículos antigos por modelos zero-quilômetro ou mais recentes traz benefícios diretos para as rodovias capixabas: diminui a emissão de poluentes, reduz sensivelmente o custo com manutenção, melhora a eficiência logística e eleva a segurança no tráfego de cargas pesadas.
O panorama nacional: 95% do orçamento esgotado
Em nível nacional, o BNDES Mais Mobilidade provou ser um sucesso estrondoso de adesão. Das verbas totais disponibilizadas (R$ 21 bilhões), R$ 20 bilhões já foram consumidos — o equivalente a 95% dos recursos do programa.
Raio-X do BNDES Mais Mobilidade no Brasil
[Total Aprovado] ──> R$ 20 bilhões (19 mil operações em 1.966 municípios)
│
[Frotistas] ──> R$ 19,1 bilhões (Sendo R$ 2 bilhões para ônibus)
│
[Autônomos] ──> R$ 900 milhões (2,1 mil operações aprovadas)
“Chegamos a aprovar quase 1.400 operações por dia, atendendo frotistas e motoristas autônomos de todo o país com condições de crédito facilitadas. Essa linha permite a troca de veículos antigos por uma frota mais segura e menos poluente, reduzindo o custo logístico e impulsionando a indústria nacional”, destaca Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Com um tíquete médio nacional de R$ 1 milhão por operação, a linha de crédito intermediada por agentes parceiros segue com prazo final para protocolo de propostas aberto no sistema do BNDES até 28 de agosto de 2026.










